Acesso Aberto
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Aqui você poderá consultar informações detalhadas sobre as Licenças e Políticas para a disponibilização de publicações em Acesso Aberto, bem como, o modo como esse processo tem sido conduzido no Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp (RI) e no Repositório de Dados de Pesquisa da Unicamp (REDU). Além disso, há orientações sobre como se adequar à Política de Acesso Aberto da Fapesp e como evitar periódicos predatórios.
Fique de olho em como a Biblioteca poderá te ajudar!
O Acesso Aberto (Open Access) é um movimento internacional que promove a disponibilização online, gratuita e livre de barreiras da literatura científica, permitindo que qualquer usuário leia, baixe, copie, distribua, imprima e faça a mineração de dados do texto, desde que respeitados os direitos autorais e a atribuição da autoria.
Na prática, o Acesso Aberto se contrapõe ao modelo tradicional de comunicação científica, que restringe o acesso aos assinantes de revistas científicas, geralmente por meio do pagamento de taxas elevadas. O objetivo central do OA é democratizar o conhecimento, acelerando a descoberta científica e aumentando o impacto e a visibilidade da pesquisa.
Para saber mais recomendamos a leitura CAPES - Acesso Aberto
Existem principalmente duas vias para se publicar em Acesso Aberto:
Via Dourada (Revistas de Acesso Aberto): Os artigos são publicados em revistas que já são inteiramente de acesso aberto. Muitas vezes, os custos de publicação são cobertos por uma taxa de processamento de artigo (APC - Article Processing Charge). O custeio dos APCs é realizado pelos autores ou suas instituições, utilizando recursos de agências de fomento ou valendo-se da cobertura de acordos transformativos, a exemplo dos gerenciados pela CAPES e das assinaturas da UNICAMP gerenciadas pelo SBU.
Via Verde (Repositórios): Os autores depositam uma versão de seu artigo (geralmente o manuscrito aceito para publicação, o "post-print") em um repositório institucional ou temático de acesso livre (como o arXiv ou o repositório da sua universidade), independentemente de onde o artigo foi publicado. Esta via é muitas vezes amparada por políticas de mandato de instituições de fomento à pesquisa.
E temos também modelos como a Via Diamante/Platina (onde não há cobrança de taxas para o autor nem para o leitor) e os acordos de "Read and Publish" entre universidades e editoras estão moldando o futuro do acesso. O Acesso Aberto vai além de simplesmente "disponibilizar o artigo na internet"; é uma filosofia que defende que o conhecimento financiado com recursos públicos deve ser um bem comum, acessível a todos.
Para mais informações acesse:
A publicação em Acesso Aberto gera impactos positivos em múltiplas esferas, beneficiando pesquisadores, a sociedade e as próprias instituições de forma interconectada.
Para o Pesquisador e a Ciência:
Maior Visibilidade e Impacto: Ao eliminar barreiras de paywall, seu trabalho pode ser acessado, lido e citado por qualquer pesquisador no mundo, independentemente de sua localização ou recursos institucionais. Isso potencializa o aumento no número de citações e acelera o progresso científico.
Aceleração de Colaborações: A disponibilidade universal facilita a descoberta do seu trabalho por pares em diferentes áreas e países, fomentando oportunidades de pesquisa interdisciplinar e internacional que de outra forma não ocorreriam.
Para a Sociedade e a Democracia do Conhecimento:
Retorno do Investimento Público: Pesquisas financiadas com recursos públicos tornam-se um bem público. O Acesso Aberto garante que cidadãos, profissionais, empreendedores e formuladores de políticas possam efetivamente usufruir dos resultados desses investimentos.
Transparência e Confiança: Permite que a sociedade acompanhe e confirme as descobertas científicas, combatendo a desinformação e fortalecendo a confiança na ciência.
Para as Instituições de Pesquisa:
Ampliação do Prestígio e da Repercussão: A produção científica de uma instituição ganha visibilidade global, elevando seu perfil, reputação e capacidade de atração de talentos e financiamento.
Preservação e Disseminação da Produção Institucional: Os repositórios institucionais de Acesso Aberto garantem que o conhecimento produzido seja preservado digitalmente e permanentemente acessível, servindo como um repositório dinâmico do patrimônio intelectual da instituição.
O Acesso Aberto não é apenas uma forma de publicar; é uma estratégia para maximizar o alcance, o impacto e o retorno social do conhecimento científico.
Para verificar se um periódico autoriza o depósito do seu artigo em Acesso Aberto. Seja em repositórios institucionais, temáticos ou pessoais (ex: ResearchGate), é essencial consultar as políticas editoriais de cada revista. Atualmente, a ferramenta mais completa para essa consulta é a Open Policy Finder, mantida pela Jisc.
Você pode consultar as políticas de acesso aberto, autoarquivamento e direitos autorais dos periódicos por meio da plataforma Open Policy Finder-Jisc, mantida pela Jisc, que funciona como um guia rápido e confiável para pesquisadores que desejam garantir que sua produção esteja em conformidade com as políticas de Acesso Aberto antes da submissão. A Open Policy Finder reúne, em uma só interface, as bases anteriormente conhecidas como Sherpa RoMEO, Sherpa Juliet e Sherpa Fact.
A Open Policy Finder reúne, em uma única plataforma, todos os serviços anteriormente conhecidos como Sherpa RoMEO, Sherpa Juliet e Sherpa Fact. Ela oferece, de forma centralizada, informações atualizadas sobre:
Você pode pesquisar por:
O sistema mostrará se a revista permite o depósito do artigo e qual versão pode ser arquivada (manuscrito final, versão aceita ou versão publicada). Também informa embargos, licenças sugeridas (como Creative Commons) e condições adicionais de uso.
Caso a revista não apareça na Open Policy Finder-Jisc, você poderá:
Esses termos se referem aos diferentes estágios de um artigo científico antes e depois da publicação. Compreendê-los é essencial para depositar seu trabalho em repositórios de Acesso Aberto em conformidade com as políticas editoriais.
Abaixo, explicamos cada uma das versões:
Preprint (Pré-impressão):
É o manuscrito original, antes da revisão por pares. É a versão inicial enviada à revista.
Status: não foi avaliado, modificado ou aprovado pelos revisores.
Onde compartilhar: normalmente pode ser depositado em repositórios confiáveis de preprints (como arXiv, SciELO Preprints) ou no repositório da sua instituição sem restrições. Se possui vínculo ativo com a UNICAMP, é possível fazer o depósito no Repositório a Produção Científica e Intelectual da Unicamp.
Postprint (Pós-impressão)
É o manuscrito já aceito para publicação, incorporando todas as modificações e correções solicitadas durante a revisão por pares.
Status: Contém o conteúdo científico final e aprovado, mas sem a formatação visual e tipográfica da revista.
Onde compartilhar: Esta é, frequentemente, a versão mais utilizada para o Acesso Aberto (Via Verde). A maioria das editoras permite seu depósito em repositórios institucionais ou temáticos, muitas vezes após um período de embargo.
Versão Final do Editor (Publisher's PDF)
É a versão final publicada no site da revista, com a diagramação, formatação, logo e marcação de paginação oficial.
Status: É a versão de registro formal da publicação.
Onde compartilhar: O compartilhamento público desta versão (o PDF da editora) é geralmente restringido por políticas de copyright. Normalmente, você não pode fazer upload deste PDF para um repositório aberto, a menos que a revista seja de Acesso Aberto ou você possua uma permissão específica.
Para depositar em um repositório de Acesso Aberto, a versão "Postprint" (manuscrito aceito) é geralmente a versão mais comumente autorizada. Sempre verifique a política de copyright no próprio site da editora ou em sites como o Jisc para confirmar qual versão você tem o direito de compartilhar.
IMPORTANTE: No Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp as versões aceitas para depósito são: preprint ou publisher’s PDF (versão final do editor) desde que o autor tenha a permissão da editora. Para mais informações confira a Instrução Normativa SBU nº 001/2020, de 03 de dezembro de 2020.
Acesse o Open Policy Finder-Jisc para verificar os títulos de periódicos da sua área de pesquisa que são de Acesso Aberto ou ainda verifique os acordos transformativos do tipo "Read and Publish" disponíveis via CAPES ou UNICAMP. É importante se certificar também que não se trata de um periódico predatório, por isso a importância de acessar fontes confiáveis como Open Policy Finder e os acordos vigentes pela CAPES e UNICAMP.
É importante salientar que você deve optar por títulos de periódicos que sejam mais adequados para publicação da sua pesquisa, que podem não ser, necessariamente, um título exclusivamente de Acesso Aberto ou mesmo um título que precise pagar uma taxa para publicação (APC). O mais importante é que escolha um periódico que possa dar maior evidência a sua pesquisa.
Acesse a aba “Periódicos Predatórios” deste FAQ para mais detalhes. Mas de modo geral é importante você possuir o direito de publicação (o direito é do autor e não da revista), escolher a licença adequada, seguir as normas da revista, cumprir a revisão por pares, depositar o trabalho quando exigido e garantir ética e conformidade legal no conteúdo.
Para apoiar comunidade do IFGW e guiar as ações de proteção, apresentamos algumas ferramentas que podem auxiliá-los tais como a Lista de Periódicos Predatórios "The List of Predatory Journals" uma ferramenta de acesso gratuito que alerta que reúne e atualiza os nomes de periódicos e editoras suspeitas que demonstram práticas de publicação predatória e as ferramentas a seguir:
Para saber mais sobre Periódicos Predatórios, recomendamos a leitura “Revistas predatórias: um inimigo a ser combatido na comunicação científica”.
Sim, é possível. Em muitos casos a permissão depende da política de cada editora. Para verificar, você deve consultar as regras do periódico no site Open Policy Finder-Jisc.
Aqui estão os cenários mais comuns:
Recomendação: Sempre consulte as políticas específicas no próprio site do periódico ou em bases confiáveis como no Open Policy Finder-Jisc antes de submeter seu artigo.
Depende. Atualmente muitas Editoras ou Sociedades científicas que editam periódicos científicos possuem mecanismos para facilitar a disponibilização em Acesso Aberto dos artigos, oferecem “luz verde” ao autoarquivamento permitindo o Acesso Aberto do artigo após o período de embargo (os períodos mais comuns de embargo são: 6 meses, 12 meses e 24 meses).
Existem títulos de Acesso Aberto que não cobram nenhuma taxa para publicação, mas há, contudo, títulos de periódicos de Acesso Aberto e também periódicos convencionais que podem cobrar uma taxa, a chamada APC - Article Processing Charge/ Taxa de processamento do Artigo para que os artigos sejam publicados em Acesso Aberto. As taxas de processamento de artigos variam de acordo com o periódico. Segue dois exemplos de taxas de processamento para que se tenha uma ideia de valores, PLOS ONE (periódico de Acesso Aberto com pagamento de APC) e da Revista Brasileira de Ensino de Física (periódico de Acesso Aberto que não cobra APC).
O Creative Commons (CC) é uma organização internacional sem fins lucrativos que desenvolveu um conjunto de licenças jurídicas padronizadas e gratuitas. Essas licenças permitem que criadores e autores compartilhem seu trabalho (como artigos, imagens e vídeos) de maneira flexível, definindo claramente os direitos de uso para o público.
As licenças CC são combinações de quatro condições básicas. Entendê-las é a chave para decifrar qualquer tipo de licença:
BY (Atribuição) : Obrigatória em todas as licenças CC. Significa que qualquer um que usar seu trabalho deve dar os créditos a você, o autor (O direito pertence ao autor e não a Revista).
SA (Compartilha IgualShareAlike): O trabalho pode ser modificado, mas as novas obras devem ser licenciadas sob a mesma licença que o original.
ND (Sem Derivações - NoDerivs) : O trabalho pode ser compartilhado, mas não pode ser modificado ou usado para criar obras derivadas.
NC (Não Comercial - NonCommercial): O trabalho não pode ser usado para fins comerciais.
Para mais informações consulte: Sobre as Licenças
Para a modalidade Green Open Access (autodepósito em repositórios institucionais), as licenças mais utilizadas são:
CC BY-NC (Atribuição-NãoComercial): Permite que outros distribuam e remixem seu trabalho, desde que lhe deem crédito e não usem para fins comerciais.
CC BY-NC-ND (Atribuição-NãoComercial-Sem Derivações): É a mais restritiva. Permite apenas o download e compartilhamento do trabalho original, com créditos a você, sem uso comercial e sem a criação de obras derivadas.
CC BY (abarca outras modalidades). Esta licença permite que outros distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho, mesmo para fins comerciais, desde que lhe deem o devido crédito pela criação original. Esta é a licença mais acomodatória oferecida, recomendada para maximizar a disseminação e uso dos materiais licenciados. A CC BY remove barreiras e é a que melhor se alinha com o verdadeiro espírito de colaboração e avanço rápido da ciência.
A escolha da licença depende do quanto você quer que seu trabalho seja compartilhado e reutilizado. Verifique sempre as políticas da revista e as orientações da sua instituição antes de decidir.
Para saber mais sobre as licenças, recomendamos a leitura Creative Commons CC .
Fique atento aos termos da sua concessão ou consulte o site da Agência de Fomento que pretende enviar seu projeto de pesquisa. A FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), por exemplo, possui uma Política de Acesso Aberto às publicações resultantes de auxílios e bolsas, mais informações consulte a Portaria CTA nº 01/2019 e Portaria CTA n. 37/2021 . A UNICAMP desde 2020 possui uma Política de Acesso Aberto que estabelece que o depósito das produções em Acesso Aberto no Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp quando as políticas editoriais assim permitirem.
Consulte as bases de dados especializadas:
Entre em contato conosco, se a pesquisa não for clara ou você tiver dúvidas, nossa equipe está aqui para ajudar! Envie um e-mail para
Existem diversas maneiras seguras e legais de acessar artigos científicos sem depender de assinaturas institucionais. Abaixo, listamos algumas das principais ferramentas e estratégias para você encontrar o que precisa.
Comece sua busca por estas fontes confiáveis que reúnem exclusivamente conteúdo em Acesso Aberto:
Instale estas ferramentas gratuitas no seu navegador. Elas automatizam a busca por versões gratuitas enquanto você navega:
Muitos pesquisadores depositam cópias de seus trabalhos em suas páginas pessoais. Consulte perfis em:
Quer saber mais? Esta lista foi inspirada no artigo "Como sobreviver sem assinar revistas científicas", da Revista Pesquisa FAPESP.
Periódicos predatórios são revistas científicas que priorizam interesses financeiros em detrimento da qualidade acadêmica e editorial. Caracterizam-se por:
Periódicos predatórios são publicações que priorizam o lucro em detrimento da qualidade acadêmica e editorial, frequentemente utilizando táticas agressivas para captar submissões sem oferecer serviços editoriais e de revisão por pares adequados. Para identificá-los, fique atento a estes principais sinais de alerta:
Antes de submeter, consulte sempre as listas de periódicos recomendados pela sua instituição, verifique a presença em índices de credibilidade (como Web of Science, Scopus ou DOAJ) e utilize ferramentas de avaliação como o critério Think.Check.Submit . Em caso de dúvida, entre em contato com a Biblioteca do IFGW.
Logo, em termos gerais e de forma mais resumida, os principais sinais seriam:
As principais estratégias de prevenção que recomendamos são as seguintes:
Antes da Submissão:
Com o intuito de assessorar a comunidade a se proteger contra esses riscos, apresentamos algumas ferramentas que podem nortear essa identificação de periódicos predatórios. A primeira seria a Lista de Periódicos Predatórios "The List of Predatory Journals”, uma ferramenta de acesso gratuito que alerta, reúne e atualiza os nomes de periódicos e editoras suspeitas que apresentam práticas de publicação predatórias. Acesse também o Preda QUALIS, lista interativa dos títulos potencialmente predatórios no QUALIS. Para selecionar títulos confiáveis, acesse Lista de Periódicos Lattes/Qualis-CAPES (para o contexto brasileiro) e COPE (Committee on Publication Ethics) para consultar diretrizes éticas para publicações.
É importante porque, muitas vezes, a identificação de um título predatório não é imediata e leva tempo. Submeter a pesquisa a um desses periódicos, mesmo que por engano, pode ter consequências para a sua carreira e para a Ciência em geral:
Recomendamos que você:
É importante ter em mente os princípios básicos para escolha segura de um periódico para submeter o seu trabalho:
O Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp conforme apontado Resolução GR-013/2015, de 06/07/2015, é o instrumento oficial incumbido de armazenar a produção científica e intelectual da Universidade dos docentes, pesquisadores, alunos de graduação e pós-graduação, e servidores técnicos administrativos vinculados à Unicamp, de modo a:
Para saber mais acesse: Resolução GR-013/2015, (06/07/2015, sobre a criação do Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp)
A premissa básica é que, ao garantir o acesso aberto e organizado à sua produção, a UNICAMP:
Para mais detalhes sobre a política e diretrizes do repositório, clique em Instrução Normativa SBU nº 001/2020 ou visite a página oficial do repositório neste link.
A inclusão da Produção Científica e Intelectual da UNICAMP no Repositório é um processo contínuo, coordenado pelo Sistema de Bibliotecas da UNICAMP (SBU), conforme estabelecido pela Resolução GR-013/2015.
Processo Atual: Se você é um membro ativo (docente, pesquisador, estudante ou funcionário) da UNICAMP, as bibliotecas do SBU trabalham para identificar, compilar e catalogar as publicações antigas e novas da sua unidade no Repositório. Você não precisa solicitar essa ação.
Condição necessária: O depósito e a disponibilização em acesso aberto de publicações no Repositório Institucional da Unicamp seguem as políticas editoriais das revistas científicas, respeitando períodos de embargo e a legislação de direitos autorais conforme as normas legais de cada publicação.
Exceção: Para novas publicações que tenham recebido, por exemplo, financiamento da FAPESP, o depósito no Repositório é obrigatório, solicite o autoarquivamento nesse link.
Sim, é obrigatório. Como bolsista ou pesquisador da FAPESP, você deve cumprir a Política de Acesso Aberto da fundação, que exige que toda publicação resultante de seus auxílios seja disponibilizada em Acesso Aberto no Repositório Institucional da Unicamp.
Como proceder:
Autoarquivamento: Para incluir sua publicação no Repositório, utilize o formulário dedicado do Sistema de Bibliotecas da UNICAMP (SBU). Se tiver dúvidas acesse o manual aqui.
Atenção ao Prazo: O processo de inclusão leva até 3 dias úteis. Não deixe o depósito para a última hora, pois qualquer atraso pode comprometer a entrega dos seus relatórios de prestação de contas à FAPESP.
Comprovação: Após o depósito, você poderá informar o link permanente da sua publicação no Repositório em seus relatórios à FAPESP.
Mais informações sobre a Política de acesso aberto da FAPESP, acesse: Portaria CTA nº 01/2019 e Portaria CTA n. 37/2021.
Você pode depositar a versão preprint e a versão final do artigo (PDF final do Editor/Publisher’s final version - arquivo final, com paginação e formatação da revista) no repositório institucional.
O que acontece depois do depósito?
A equipe da BIF verificará a política de copyright da editora. Se a política editorial permitir, o texto completo será aberto ao público. Ressaltamos que a publicação no RI depende do envio do documento original para custódia, seja para disponibilização em acesso aberto ou para fins de preservação interna (acesso restrito para o público). A premissa fundamental do Repositório Institucional é a preservação e o registro da produção intelectual da instituição.
Para saber mais sobre as diretrizes oficiais, consulte a Instrução Normativa 001/2020 do SBU. Aguardar atualização SBU.
Sim, desde que você autorize. Após a defesa e aprovação, o depósito da versão final no Repositório da UNICAMP é realizado via SIGA
Como funciona o Depósito no SIGA: ao fazer o upload da versão final no SIGA, você será questionado sobre a disponibilização em acesso aberto no repositório.
Sua Decisão (acesso imediato ou embargo): recomendamos optar pelo acesso aberto imediato para maximizar a visibilidade e o impacto da sua pesquisa. A maioria dos trabalhos não exige restrições.
Embargo (acesso restrito): Você pode optar por um período de embargo apenas em casos específicos, como pedidos de patente em andamento ou acordos de confidencialidade.
Por que escolher o Acesso Aberto?
Dúvidas sobre embargo ou políticas editoriais? Entre em contato conosco pelo e-mail:
O Repositório de Dados de Pesquisa da Unicamp (REDU), conforme o site do REDU, é a ferramenta oficial da Universidade para o depósito, preservação, compartilhamento, reutilização e reprodutibilidade de todos os dados de pesquisa produzidos pela UNICAMP.
Dado de pesquisa é qualquer tipo de registro coletado, observado, gerado ou utilizado para validar e produzir resultados de pesquisas. Os dados variam de acordo com a área de conhecimento e podem ser de diferentes tipos, como numéricos, descritivos, auditivos ou visuais. Na Física, alguns dos tipos de dados mais comuns são modelos, equações, simulações, gráficos, tabelas, software, cadernos de laboratórios, visualizações, entrevistas, questionários, entre outros. (Fonte: Sales e Sayão, 2025).
Docentes, pesquisadores e responsáveis por pesquisas desenvolvidas na UNICAMP. Estudantes de pós-graduação, desde que possuam autorização do(a) orientador(a) também podem submeter dados no REDU. A autorização deve ser solicitada pelo(a) orientador(a) via formulário de co-responsabilidade.
Para cadastro dos metadados e/ou depósito dos dados da pesquisa, consulte nosso tutorial.
Neste caso, metadados é o conjunto de informações que descrevem o conjunto de dados da sua pesquisa. No REDU você precisará preencher 7 metadados:
Para depositar dados de pesquisa no REDU, você terá que obrigatoriamente realizar o cadastro dos metadados do seu conjunto de dados. Após preencher os metadados, você fará o depósito, ou seja, o upload dos arquivos no REDU. Dessa forma, os seus dados de pesquisa estarão preservados, terão visibilidade e possibilidade de compartilhamento, reutilização e reprodutibilidade. Uma vez no REDU, seus dados podem ser utilizados e citados em outras pesquisas.
Cadastrar metadados é realizar o preenchimento das informações que descrevem o conjunto de dados da sua pesquisa no REDU nos campos: (1) Título/Title, (2) Autor/Author, (3) Entre em contato/Point of contact, (4) Descrição /Description, (5) Assunto/ Subject, (6) Palavra chave/Keyword, (7) Publicação Relacionada/Related Publication, (8) Agência de Subvenções/Funding Information e (9) Declarações obrigatórias sobre ética e privacidade.
Sim, desde que:
Sim, a inclusão e alteração de arquivos em um conjunto de dados no REDU é permitida. Ao fazer a troca do arquivo diretamente no sistema, o DOI será preservado, e o REDU registrará automaticamente a existência de uma nova versão.
Cada arquivo pode ter no máximo 4 Gbytes. Para solicitações de mais espaço, enviar email para
Sim. O REDU, sendo o repositório oficial de dados de pesquisa da Unicamp, destina-se aos dados de todas as pesquisas desenvolvidas na instituição, independentemente de terem recebido financiamento de agências de Fomento ou não.
Ao cadastrar e submeter os dados, a Equipe do REDU fará a validação, e uma vez validados, os dados serão publicados e receberão um DOI. O REDU já informa um padrão de citação, mas o formato exato dessa referência variará conforme a norma (ABNT, APA, Vancouver, ISO, etc.) utilizada pelo pesquisador que está citando os dados de pesquisa.
O Plano de Gestão de Dados (PGD) é um documento formal que estabelece o compromisso de descrever como os dados serão tratados durante todo o desenvolvimento da pesquisa, e também após a sua conclusão. Isto é, ele formaliza como os dados serão coletados, processados ou gerados; quais metodologias e padrões serão utilizados; sob quais condições e onde serão depositados, compartilhados e preservados. (Fonte: Sales e Sayão, 2025). Logo, a sua relação com o REDU está justamente no fato de você incluir no seu Plano de Gestão de Dados (PGD) que os dados da sua pesquisa estarão depositados no REDU, que é o repositório oficial da UNICAMP para essa finalidade.
Para saber mais consulte o tutorial elaborado pelo SBU. REDU: Plano de Gestão de Dados.
A UNICAMP recomenda a ferramenta online DMPTool para a criação de Planos de Gestão de Dados. A DMPTool é uma plataforma consolidada, usada por instituições em todo o mundo, sendo inclusive recomendada oficialmente pela FAPESP. Consulte o tutorial elaborado pelo SBU. REDU: Plano de Gestão de Dados.
Esses termos representam a estrutura de organização dos dados no REDU, funcionando em uma hierarquia. Compreender essa estrutura é fundamental tanto para quem deposita dados de pesquisa, quanto para quem realiza buscas no REDU. Pense neles como um sistema de pastas:
Resumindo, um dataverse (área do conhenhecimento) pode conter vários datasets (conjunto de dados). Cada dataset pode conter vários files (arquivos).
O Sistema de Bibliotecas da Unicamp (SBU) disponibiliza um FAQ bem detalhado sobre o REDU. Ele aborda desde conceitos básicos e vantagens do depósito até questões complexas como ética, legislação, propriedade intelectual e responsabilidade. Acesse!
Sim, desde que o seu/sua orientador(a) autorize a submissão. Para tanto, o seu/sua orientador(a) precisa preencher o formulário de co-responsabilidade. A equipe do REDU, após processar a autorização do(a) seu/sua orientador(a), te enviará um e-mail com as instruções de acesso ao REDU.
Sim. É obrigatório o cadastro no REDU dos metadados (informações que descrevem o conjunto de dados da sua pesquisa) e o depósito dos dados produzidos pelas dissertações e teses defendidas na Unicamp no Repositório de Dados de Pesquisa (REDU), conforme Instrução Normativa CCPG nº 001/2024. O depósito dos dados no REDU deixa de ser obrigatório apenas se eles já tiverem sido depositados em outro repositório da sua área ou se houver questões legais que impossibilitem o depósito dos dados no REDU.
Atenção: Mesmo nesses casos, o cadastro dos metadados da sua pesquisa no REDU ainda é obrigatório. Para isso, basta inserir o link de acesso aos dados no campo ‘URL’ durante o cadastro dos seus metadados no REDU ou declarar que os dados não podem ser disponibilizados por razões éticas ou legais.
O depósito dos dados da sua pesquisa no REDU pode ser feito a qualquer momento caso você já os tenha consolidado; não é preciso aguardar a defesa. Contudo, ao depositar a versão final da sua dissertação ou tese no SIGA/DAC, para homologação, você deverá informar o status do depósito dos dados no REDU, já que é um item obrigatório.
Você deve primeiro realizar o cadastramento dos dados de pesquisa no REDU. Após a validação dos metadados pela equipe do REDU, será gerado o DOI (Digital Object Identifier – identificador digital permanente). Você informará esse DOI do REDU no SIGA/DAC ao fazer o upload da versão final da sua dissertação ou tese na fase de homologação. Nessa fase, o seu/sua orientador(a) irá conferir e validar via SIGA se o(s) DOI(s) correspondem efetivamente aos dados gerados na sua pesquisa.
Acesse o REDU e no menu superior à direita clique em “Log in” e informe o seu e-mail@unicamp.br. No primeiro acesso você precisará realizar um breve cadastro no REDU. Após o cadastro, aguarde um e-mail de validação do seu cadastro pela equipe do REDU.
O(a) orientador(a) é quem define quem fará o cadastro e o depósito dos dados no REDU. Você pode delegar essa atividade ao/à estudante, desde que autorize formalmente a submissão preenchendo o formulário de co-responsabilidade.
É necessário preencher uma autorização (via formulário) para cada orientando(a). Esta autorização é única e válida para todos os depósitos que aquele(a) estudante realizar.
A ordem de apresentação dos autores deve ser definida em conjunto pelos próprios co-responsáveis pela pesquisa. O REDU não interfere nessa decisão.
Dúvidas sobre REDU? Entre em contato conosco pelo e-mail:
Não, a política não exige que você publique EXCLUSIVAMENTE em revistas de Acesso Aberto (ou "via ouro"). Você tem a liberdade de escolher a revista mais adequada para o seu campo de pesquisa, mas em algum momento, se você for beneficiário de auxílio à pesquisa concedido pela FAPESP, a publicação precisa ser disponibilizada em acesso aberto no repositório institucional. Mais informações sobre a versão a ser depositada e condições, consulte a Política de Acesso Aberto da FAPESP (Portaria CTA nº 01/2019 e Portaria CTA n. 37/2021).
Adequar-se à política é um processo que começa antes da publicação e se completa com um depósito do seu artigo no Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp (RI). Siga estes passos para cumprir a política vigente:
Passo 1:
Na Submissão do Artigo (Escolha Estratégica): Ao enviar seu artigo para um periódico, leia atentamente o contrato ou a política de direitos autorais. Opte por condições que permitam o auto arquivamento do seu artigo em um repositório institucional.
Ferramenta de Apoio: Para verificar a política do periódico antes de submeter, recomendamos que consulte para periódicos internacionais o JISC Open Policy Finder (ferramenta atualizada que substituiu o Sherpa Romeo) ou o Diadorim para periódicos nacionais.
Passo 2:
Entenda o "Sinal Verde”:No site do editor, no JISC Open Policy Finder ou Diadorim, verifique se o periódico é da modalidade “Via verde”(Green Road) ou “Via Dourada” (Gold Road).
Por exemplo, quando você submete um artigo à Physical Review Letters (PRL) uma revista tradicional da área, com paywall consulte as políticas editoriais - você pode optar pelo pagamento de uma taxa para publicação (APC) - APC Pricing para disponibilizar o artigo em acesso aberto. Outras opções seriam publicar em uma revista com acordos transformativos vigentes (UNICAMP e CAPES) - sem pagamento de taxas por parte do pesquisador. Adicionalmente, recomenda-se verificar quais versões do manuscrito a revista permite arquivar em repositórios institucionais sem a cobrança de taxas de processamento. Atenção: verifique se essa versão é aceita no Repositório da Unicamp.
Passo 3:
Faça o depósito no Repositório da sua instituição : Este é o requisito mais importante, o depósito deve ser feito obrigatoriamente no Repositório da Produção Científica Intelectual da Unicamp.
O que NÃO atende à política: Compartilhar apenas em redes acadêmicas (ResearchGate, Academia.edu), repositórios temáticos (arXiv, SSRN) ou sites pessoais. Esses são complementares, mas não substituem o depósito institucional.
Por quê? O repositório institucional garante a preservação digital de longo prazo, integração com os sistemas da universidade, coleta de métricas oficiais e conformidade legal com a prestação de contas à FAPESP.
Na qualidade de beneficiário de auxílio à pesquisa concedido pela FAPESP, sua principal responsabilidade é garantir que os resultados da pesquisa financiada sejam disponibilizados em Acesso Aberto, conforme a política da agência. Na prática, isso significa depositar uma versão autorizada do seu trabalho no Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp.
Abaixo, um guia passo a passo das suas responsabilidades:
Resumo das suas responsabilidades:
Nossa equipe é responsável pela catalogação e publicação final da sua publicação no repositório institucional, garantindo visibilidade, preservação digital e conformidade com as políticas da universidade e agências de fomento. Nós facilitamos o processo para que você possa focar na pesquisa!
Próximos Passos Imediatos:
Contato: Se você é da comunidade IFGW e precisa de apoio, envie um e-mail para
Documentação: Tenha em mãos as informações da sua publicação (título, autores, revista, DOI, data de aceitação).
A Biblioteca é sua parceira estratégica em todo o ciclo da comunicação científica. Nosso papel vai muito além do depósito técnico; é ajudá-lo a maximizar o impacto e a visibilidade da sua pesquisa, garantindo conformidade às políticas da universidade e de agências de fomento de forma eficiente.
Aqui está como podemos atuar, lado a lado, em cada etapa:
Nosso trabalho conjunto tem um objetivo maior: garantir que a pesquisa financiada com recursos públicos cumpra sua missão social e científica.
Nossa parceria pode gerar um valor real a sua carreira e ao ecossistema científico.
Qualquer dúvida, estaremos por aqui! Lembre-se: suas escolhas de publicação e compartilhamento fazem, sim, uma grande diferença. Vamos juntos nessa?
E-mail para contato:
Barata, Germana. Acesso aberto como política científica institucional. Jornal da Unicamp. Disponível em: <https://www.unicamp.br/unicamp/ju/artigos/germana-barata/acesso-aberto-como-politica-cientifica-institucional>. Acesso em: 5 dez. 2025.
Brito Cruz, C. H. FAPESP: Política de Acesso Aberto à ciência em São Paulo. Disponível em: <https://www1.abecbrasil.org.br/eventos/palestras/v_workshop/quarta/josearanavarela.pdf>. Acesso em: 5 dez. 2025.
CORNELL UNIVERSITY LIBRARY. Open access publishing: what is open access? Disponível em: <https://guides.library.cornell.edu/openaccess>. Acesso em: 5 dez. 2025.
Sugestão: FUNDAÇÃO DE APOIO À UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO: FapUnifesp e SciELO: Garantindo o Acesso Aberto à Produção Científica no Brasil. Disponível em: https://fapunifesp.edu.br/scielo-e-fapunifesp-parceria-essencial-para-a-ciencia-aberta-no-brasil . Acesso em: 05 dez. 2025.
FAPESP. Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. Portaria CTA nº 37, de 27 de outubro de 2021. São Paulo, 2021. Disponível em: https://fapesp.br/15159/portaria-cta-n-37-de-27-de-outubro-de-2021 . Acesso em: 05 dez. 2025.
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