Oportunidades de bolsas no IFGWConsulte as oportunidades de bolsas de projetos dos docentes do IFGW

Memórias da biblioteca

E-book Gleb Wataghin

Histórico da BIF

Em 1971 a Biblioteca do Instituto de Física Gleb Wataghin – IFGW foi criada com o objetivo de oferecer suporte informacional ao desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão do instituto e da universidade, neste ano todo o acervo do instituto alocado inicialmente na Biblioteca Central foi transferido para a recém criada Biblioteca do IFGW. Já em 1982 a Universidade Estadual de Campinas – Unicamp cria uma Comissão Central da Biblioteca que inicia a discussão sobre a importância de adoção de uma política bibliotecária que vislumbrasse o desenvolvimento de pessoal (RH), do funcionamento e das instalações das bibliotecas. Em 1983 a Biblioteca do IFGW passa a fazer parte do recém criado Sistema de Bibliotecas na Unicamp (SBU), instituído pela Portaria GR nº 358/1983 que passou a ser coordenado pela Biblioteca Central. A partir de então a Biblioteca do IFGW passou a responder tecnicamente ao SBU, representado pela Biblioteca Central e administrativamente, ao Instituto de Física. Sendo essa a sua estrutura organizacional até hoje.

Houve nesse período uma preocupação por parte da Universidade em criar um ambiente que oferecesse o acesso às informações técnico-cientificas necessárias para o desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão. Deste modo, a Unicamp passa a tornar acessível toda a informação em Ciência, Tecnologia, Artes e Humanidades já armazenada pelo Sistema de Bibliotecas da Unicamp e também as informações e conhecimentos gerados pela universidade. Nesse contexto, a Biblioteca do IFGW se desenvolveu. O nosso acervo se constitui de livros, periódicos, vídeos, cds, apostilas e está em constante crescimento para melhor atendê-los. Além dos recursos bibliográficos impressos, a biblioteca atualmente oferece acesso eletrônico aos principais periódicos, e-books e bases de dados na área de física.

Com projetos aprovados em diversas agências de fomento, concedidos principalmente pela Fapesp, Capes, Finep, Cnpq, dentre outras, a biblioteca busca desde a sua criação os recursos necessários para melhorar sua infra-estrutura e o seu acervo, além dos recursos advindos da própria universidade. é importante destacar que essa sempre foi a preocupação por parte da diretoria do Instituto, seus usuários e a diretoria da biblioteca que reafirma o compromisso em manter o acervo atualizado seguindo as necessidades das pesquisas realizadas no instituto e na universidade – entendendo que esse ponto é fundamental para as atividades realizadas.

Todo o processamento do material adquirido com recursos não orçamentários, desde a seleção, aquisição, prestação de contas e processos técnicos (tombamento, classificação, catalogação, preparação, etc.) é executado na própria Biblioteca. O processamento técnico utiliza o catálogo sistemático, o Sistema de Classificação Decimal de Dewey e o Código de Catalogação da American Library Association. O Sistema de Bibliotecas da UNICAMP opera o processamento automatizado da rede Bibliodata, da Fundação Getúlio Vargas e alimenta a bases de dados da Unicamp – Acervus / Sophia. Além disso, participa de programas cooperativos tais como COMUT e CCN (Catálogo Coletivo Nacional) – IBICT, Catálogo de Eventos CIN/Cnem, Empréstimo Entre Bibliotecas - EEB e Unibibliweb.

Com o objetivo de oferecer condições à comunidade, a biblioteca possui salas de estudo (individual e em grupo), sala de vídeo, serviço de reprodução de documentos e computadores disponíveis para pesquisa. A área física é de 770 metros quadrados, com área de acervo, área administrativa, sala de vídeo com 10 lugares, três salas de leitura - comportando 50 módulos de estudo, sala de fotocópias, sala de referência e uma área de reserva de aproximadamente 100 metros quadrados que acomoda o acervo de periódicos até 1974.

Memórias

Esse espaço foi criado com o objetivo de resgatar memórias.

A biblioteca pode ser considerada um personagem coadjuvante no processo da busca do conhecimento. E a história da Biblioteca do IFGW está intimamente relacionada com a história do Instituto, a história dos seus estudantes, professores, pesquisadores e funcionários.

A biblioteca do IFGW não foi constituida de uma hora para outra, durante todos os anos de sua existência ela procurou se moldar de acordo com as necessidades do instituto. O conhecimento de ponta gerado pelo instituto, até os dias de hoje reflete também os esforços feitos para oferecer o que há de melhor em fontes de informação para o desenvolvimento da sua comunidade.

As fronteiras de uma biblioteca como a que temos nesse instituto vai mais além, cultivamos também as relações humanas e esperamos colaborar de fato na formação de individuos conscientes sobre a importância da conservação, preservação e acessibilidade do nosso acervo, assim como, oferecer um ambiente acolhedor e envolvente para estudo. Cada livro e cada material adquirido pela biblioteca têm um sentido muito especial, à medida que oferece condições para a inserção do indivíduo na busca e na descoberta do conhecimento científico. É nesse sentido que a Biblioteca continua existindo e coexistindo com formas mais dinâmicas de acesso a informação no meio eletrônico. Todo esse cuidado é dedicado a você que nos lê agora e se interessa por física.

Quantos dos nossos alunos que passavam horas estudando na biblioteca seguem carreiras e ocupam postos de trabalho importantes? Quantos dos nossos alunos passaram a ensinar física a outros estudantes? Quantos pesquisadores e quantos cientistas a biblioteca do IFGW recebeu e ofereceu os meios necessários para avanços em seus estudos? Por causa dessas vidas, dessas histórias é que você está lendo essas considerações e por você estar do outro lado é que continuamos fazendo e buscando o melhor!

São mais que livros, periódicos... são vidas transformadas pelo conhecimento. Por mais improvável que pareça, a história de uma biblioteca está relacionada com a busca individual e coletiva pelo conhecimento, em meio a isso tudo também cultivamos lembranças e experiências. Conheça um pouco mais sobre as nossas memórias...

Kepler nunca tinha visto uma biblioteca como a do barão. Diariamente, perdia-se em meio a livros de filosofia, teologia, poesia, música... Cada volume era uma preciosidade ricamente encapada em couro preto ou marrom, com título e o nome do autor gravados em letras douradas. Quando não estava explorando Praga, Kepler ficava horas entre as obras de Cícero, Lucrécio e Santo Agostinho, assimilando o máximo que podia. Prateleiras de mogno que iam do chão ao teto, interligadas por passarelas e escadas em espiral, adornavam três das quatro paredes do salão. Janelas enormes enchiam a biblioteca de luz. O teto era decorado com afrescos inspirados na Guerra de Tróia. Kepler podia passar o resto da vida ali, lendo e calculando.
Marcelo Gleiser In: A harmonia do mundo.

 

Há aqueles que não podem imaginar um mundo sem pássaros; há aqueles que não podem imaginar um mundo sem água; ao que me refere, sou incapaz de imaginar um mundo sem livros.
Jorge Luis Borges

Depoimentos

Estando entre os Pioneiros do IFGW, com então mais de 40 anos na Instituição, tenho acompanhado a evolução de nossa Biblioteca desde os primeiros tempos quando do grande esforço de conseguir iniciar um acervo satisfatório a partir de zero, assim como uma eficiente organização quando a "era eletrônica" não existia (sem PC, sem Internet, um Xerox para todo o Instituto, e então era papel, lápis e, bem, máquina de datilografar!). Mas, com a muito séria, dedicada e altamente competente atuação das sucessivas Diretoras, Gisela V. Azevedo, Rita Sponchiado e Sandra Cartaxo, e de todo o Pessoal em todas as épocas, uma BIF modelar prestando um excelente serviço a professores, pesquisadores e estudantes tem estado sempre presente no IFGW. Como o mais antigo membro do IFGW creio que posso expressar, em meu nome e de todos os outros Professores, a grande satisfação que temos de contar com nossa excepcional BIF.
Prof. Roberto Luzzi – IFGW/UNICAMP

 

A biblioteca do IFGW foi uma peça chave para a minha formação na UNICAMP, não apenas a formação teórica, mas também a formação como ser humano em decorrência de tantos laços afetivos que iam surgindo na tão doce convivência diária. Se limitar a falar apenas em relação ao acervo que jamais deixou a desejar ou ao espaço físico que sempre foi favorável para estudos individuais e em grupo é ser superficial: não se pode deixar de citar o clima ameno e amistoso que é proporcionado pelos funcionários sempre atenciosos e competentes, as piadas internas que surgiam em meio a desesperadas tentativas de se terminar a lista em dia, e as amizades que iam se construindo e consolidando no dia a dia. Afinal, estudar física na UNICAMP e não fazer da biblioteca do IFGW praticamente a sua segunda casa – com todas as implicações que isso traz – é praticamente impossível.
Juliana Barbosa Siqueira Simões – Física Médica (ex-aluna do IFGW)

 

Em 1975, ao ingressar na Faculdade de Biblioteconomia da PUCC, iniciei minha carreira profissional na Biblioteca do Instituto de Física da Unicamp. Fundada em 1971 por Gisela Vicente de Azevedo, profissional extremamente competente, já era na época uma biblioteca a frente de seu tempo. Assumir o desafio de dirigir a BIF na década de 80 foi apaixonante; uma biblioteca na área de Física é naturalmente pioneira por si só e manter esse pioneirismo foi um grande estímulo para o trabalho que estava começando. Com muito esforço, uma equipe batalhadora e apoio incondicional dos dirigentes e docentes do IF o sonho foi se realizando e 35 anos depois sinto a sensação de missão cumprida e como quando um filho cresce, sei que ela vai continuar brilhando, está em boas mãos.
Rita Ap. Sponchiado – Bibliotecária e 2ª diretora da biblioteca do IFGW

 

Foi como professor e pesquisador em física, por profissão, e grande apreciador de livros em geral, que com muito prazer aceitei desempenhar a função de coordenador da biblioteca do IFGW no período de outubro de 2001 a novembro de 2004. Nós físicos sempre temos pressa para conseguir aquela última referência para finalizar um artigo ou aquele livro que necessitamos para entender algum aspecto ainda obscuro de nosso trabalho. Nessa correria não temos tempo de apreciar o que nos permite ter acesso a tanta informação. Ocupando esse posto tive a oportunidade de conhecer por dentro não apenas a nossa biblioteca, mas um pouco de todo o sistema de bibliotecas da UNICAMP. Pude verificar o empenho da universidade para manter as bibliotecas atualizadas a um custo de vários milhões de dólares por ano! E, além disso, e sem dúvida ainda mais importante, tive o privilégio de viver o dia a dia da biblioteca e constatar a dedicação de seus funcionários que permitem a nós, usuários, realizarmos nosso trabalho.
Prof. Alex Antonelli – IFGW/Unicamp (ex-coordenador da biblioteca do IFGW)

 

A BIF foi o primeiro lugar em que estagiei quando vim para a Unicamp. Durante todo ano que passei lá, obtive um aprendizado muito grande, principalmente no meu relacionamento com as pessoas, aprendendo a trabalhar em grupo e me localizar em uma biblioteca, uma coisa que não fazia muito bem. Sendo um período muito importante, ainda mais pela grande quantidade de amigos que fiz e o melhor, sempre que eu precisei eles me ajudaram. Saí da BIF com muitas outras boas lembranças, só tenho a agradecer o tempo que estive lá e desejar sucesso e felicidade a todos vocês que ainda estão na ativa e a todos os que ainda vão entrar. Muito obrigado, grande abraço a todos!
Thiago Junqueira – Estudante de Física Médica do IFGW/Unicamp

 

Com o estágio realizado na Biblioteca do Instituto de Física “Gleb Wataghin” obtive conhecimentos gerais de vários setores da biblioteca da BIF e seu funcionamento, propiciando uma visão ampla das mais variadas atividades de uma biblioteca universitária. Torna-se gratificante poder ver em minha vida profissional os frutos de um trabalho feito com muita dedicação e empenho, é de suma importância salientar a orientação dos responsáveis por esta biblioteca que foi de extrema valia para se obter bons resultados, habilidades e competências profissionais. Destaco a orientação de Valkiria Succi Vicente e demais colegas da área como a Rita, Célia, Tânia, Ângela e Dina. Foi possível ter consciência de como funciona o setor de uma biblioteca de grande porte e vinculado a uma instituição de ensino e pesquisa bem conceituada. O estágio na BIF me preparou para o mercado de trabalho, suporte e aprendizagem profissional, além de ser uma escola em que prevalecem valores como a amizade o crescimento pessoal e espiritual. A BIF foi meu livro de cabeceira.
Sílvia Maria Tavernaro – Ex-estagiária, atualmente bibliotecária na escola SENAI – Indaiatuba.

 

Trabalhei na biblioteca da Física por três anos da minha vida. Período que me recordo com um sorriso no rosto e muita saudade. Lembro como se ainda fosse ontem que cheguei super atrasada para a entrevista e molhada por que havia chovido. Tinha certeza que a vaga não era minha, mas para minha surpresa recebi o e-mail dizendo que havia sido selecionada. Foram três anos de aprendizado pessoal e profissional. Posso dizer com muita certeza que foi a base de sustentação que me transformou na profissional que sou hoje. Trabalhei com profissionais brilhantes, pessoas fantásticas que me transmitiram seus conhecimentos com profissionalismo e carinho. Tenho muito orgulho de fazer parte da história desta biblioteca e dessas pessoas. Assim como fazem parte da minha. A Biblioteca foi meu lar e as pessoas foram minha família. Considero isso até hoje.
Evelyn Ruani – Ex-estagiária, atualmente bibliotecária do Sesi/Limeira

 

Gosto muito dos versos de VOLTAIRE, pseudônimo de Francois Marie Arouet.
Um livro aberto é um cérebro que fala;
Fechado, um amigo que espera;
Esquecido, uma alma que perdoa;
Destruido, um coração que chora.
Tendo eu chegado à UNICAMP, em Abril de 1969, uma das grandes dificuldades era o acesso a livros. No inicio o Departamento de Raios Cósmicos era o único laboratório existente no Instituto de Física 'Gleb Wataghin' e utilizamos livros emprestados da USP, CBPF, etc. Com a consolidação da UNICAMP, o Instituto de Física teve necessidade da criação de órgãos de suporte e entre eles se destaca a Biblioteca que acho que deveria se chamar Biblioteca Marcelo Dammy de Souza Santos do IFGW. Certamente um dos grandes feitos da Biblioteca é a digitalização das teses e agora a digitalização de algumas obras raras que dispomos é uma das atividades a ser encorajada e apoiada. Afinal, como dizemos a Biblioteca é o Núcleo Cultural da Humanidade.

Prof. Edison Hiroyuki Shibuya – IFGW/Unicamp

 

Foi um prazer trabalhar com vocês e com a Rita, mas deixo a árdua tarefa de transformar pessoas de hoje que já não esperam descobrir nada que não lhes seja indicado e que não sabem decifrar uma única letra, em usuários de bibliotecas.
Prof. Omar Teschke – IFGW/Unicamp (ex-coordenador da biblioteca do IFGW)

 

A nossa biblioteca ao longo dos últimos quarenta anos... As minhas recordações da Biblioteca do IFGW remontam aos idos anos 70, quando a nossa comunidade discente era bem menor do que é hoje. éramos algo como uma dezena de estudantes (em cada ano do curso de Física), que ocupavam as salinhas de estudo espartanas (uma mesa e algumas cadeiras) para ruidosas reuniões em torno de listas de exercício e trabalhos. Também o espaço físico ocupado pela Biblioteca era bem menor naquele tempo. Imagine-se o espaço hoje disponível da BIF dividido entre uma cantina, a Gráfica e a secretaria da Pós-Graduação e sem a expansão para o lado das salinhas de leitura de hoje. A cantina, de espaço generoso, ficava localizada onde hoje estão as estantes deslizantes e a sala de referências, e se descia até ela pela escada que hoje dá à saída de emergência da Biblioteca. A Gráfica do Instituto estava contígua à cantina, já no corpo do espaço atual com as estantes de periódicos, e a Secretaria da Pós dava para um grande espaço aberto descendo a escada do acesso atual à BIF. Aprendi a valorizar a excelente biblioteca de que dispúnhamos no IFGW após usar as bibliotecas em Heidelberg durante o pós-doutorado. Digo ‘bibliotecas’, sim, porque elas ficavam espalhadas em três locais na cidade, junto aos três institutos, e, invariavelmente, o livro que o José Augusto ou eu procurávamos estava em uma outra, e nunca naquela biblioteca em que a gente se encontrava. Isso causava umas boas idas e vindas pela cidade. Além disso, tínhamos, aqui na BIF, muitos livros e anais de conferências que não encontrávamos por lá. A conclusão é a mesma a que chegamos hoje: a nossa Biblioteca é muito boa, com acervo excelente e disponibilizando as revistas mais importantes nas nossas áreas de pesquisa. Graças à UNICAMP e aos sucessivos auxílios da FAPESP, dispomos de livros recentes e acesso eletrônico aos periódicos. A reforma há cerca de dez anos transformou a BIF ainda mais em biblioteca modelo, com suas estantes deslizantes e todos os recursos de informática para os usuários. É sempre um prazer e um orgulho levar visitantes estrangeiros para mostrar-lhes a nossa biblioteca e vê-los admirados.
Profa. Carola Dobrigkeit – IFGW/Unicamp

 

Sou usuário assíduo da Biblioteca do IFGW desde que ingressei na graduação em física na Unicamp em 2004. Porém, é como aluno de pós (durante o mestrado e agora no doutorado) que venho usufruindo ao máximo da estrutura e dos recursos que a biblioteca oferece aos estudantes. Pela minha experiência ao longo desses anos, creio que o que faz a biblioteca ser tão boa é o seu corpo de funcionários, sempre muito atenciosos e preocupados com a infraestrutura da biblioteca e com os problemas dos estudantes. Eu, em particular, quero agradecer aos meus queridos (e sempre solicitos!) Mário, Valkiria, Sandra, Célia, Ângela, Graci e Gabi pelo carinho e empenho de sempre. A BIF não poderia ser o que é sem vocês!
Daniel A. Fagundes – Estudante de doutorado do IFGW/Unicamp

 

A Biblioteca de Física sempre fez parte do meu cotidiano na faculdade, eu praticamente passo mais tempo na biblioteca do que na minha casa, sempre fico nas salas de estudos, que é um ambiente no qual eu consigo me concentrar bem para estudar, onde tenho acesso fácil e rápido à internet. Além de ser um ambiente legal, é de amizade também, até mesmo com os funcionários. Quanto ao acervo bibliográfico, mesmo meu curso, Física Médica, sendo relativamente novo no instituto, fico muito feliz, pois há muitas referências, sem contar nas revistas sobre a física médica, que trazem informações bem atuais, os livros estão muito bem organizados e acessíveis. Posso ousar dizer que minha graduação foi realizada em conjunto entre aulas com professores e a biblioteca, não só para busca de livros, mas principalmente como um local de estudos, portanto fica aqui também um agradecimento.
Priscila Valdambrini – Estudante de Física Médica do IFGW/Unicamp

 

Entre os anos de 2002 e 2008, estudei e trabalhei como pesquisador no Instituto de Física da Unicamp. Durante esse período, frequentei bastante a biblioteca desse instituto. Conheci e interagi com funcionários prestativos e comprometidos profissionalmente, como a Dina, o Mário e a Sandra. Cito-os especialmente, pois foram aqueles com quem mais interagi nesses anos, mas agradeço a todos que me auxiliaram de alguma forma. Nunca tive problemas em encontrar algo que estivesse em algum lugar da biblioteca. E quando não havia, ajudaram-me a localizar em alguma outra biblioteca. Assim, foi fácil encontrar e listar as mais de 130 referências bibliográficas da minha tese. Estudá-las, foram outros quinhentos... Obrigado a todos que ajudaram e ajudam a manter o ótimo nível da biblioteca do IFGW.
Alexandre Magnus Gomes Carvalho – Ex aluno de pós do IFGW, atualmente pesquisador do Inmetro

 

Cheguei na Unicamp em 2001 para começar o "Cursão", com a certeza que optaria pelo curso de Física. Tinha ainda dúvidas sobre minha vinda para Campinas, uma vez que tinha a oprtunidade de fazer o curso em Niterói. Tive a oportunidade de vir alguns meses antes da matrícula, para visitar o instituto e ver se algo me convencia a fazer esta mudança. Fui bem recebido no instituto e lembro de ter visitado a BIF. A oportunidade de andar pelos corredores da biblioteca e manusear aqueles livros de títulos e conteúdos, a época tão estranhos, foi um dos fatores que me cativaram a ficar por aqui. Em alguns anos me tornei representante do alunos na BIF. Nunca fui chamado para uma renião, mas sempre tive um canal direto para poder conversar com a administração da BIF. Levei algumas idéias que ouvia por ai e também criei algumas iniciativas. Com certeza, fiquei muito feliz em ter participado, junto com o André Lessa, da atualização dos terminais de consulta. Esta revindicação sempre existiu até que tivemos a idéia de pedir dinheiro a Pós. Foi minha primeira experiência em buscar resursos para um projeto bem específico e foi muito bom que tudo tenha dado certo. Em 9 anos, nunca vi um livro, um períodico ou outro material de consulta que tivesse perdido por conta da desorganização da biblioteca. Alguns podem dizer que tive sorte, mas não acho que tenha sido isso. A equipe da BIF sempre se mostrou bastante profissional em sua ação e tudo o que espero é poder contar que outras bibliotecas tenham equipes igualmente competentes.
Fernando Garcia – Estudante de doutorado do IFGW/Unicamp

  • Todos(as)
  • Doutorado
  • Doutorado Direto
  • Mestrado
  • Pos Doutorado